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No Dia do Livro, Full Jazz Bar indica títulos para apreciadores de jazz

Veja cinco obras para quem quer conhecer um pouco mais sobre a importância desse gênero musical, marcado pela criatividade e improvisação

No dia 23 de abril, data em que se comemora o Dia Mundial do Livro, o Full Jazz Bar reúne uma seleção de obras que contam a história do mais importante gênero musical americano do século 20. Considerado um dos principais redutos do jazz e suas vertentes em Curitiba, o Full Jazz Bar é uma casa temática localizado no coração do Batel, que reúne música ao vivo com uma gastronomia de alto padrão e se tornou referência na noite curitibana.

No palco do Full Jazz Bar, os principais intérpretes do país se apresentam todas as semanas, entoando sucessos de Miles Davis, Chet Baker, Billie Holiday, Ella Fitzgerald, Nina Simone, John Coltrane, Louis Armstrong e Dizzy Gillespie, alguns dos grandes nomes do jazz.

Veja a seguir cinco obras disponíveis em português, para quem quer conhecer um pouco mais sobre a importância desse gênero musical, marcado pela criatividade e improvisação, cuja história está intimamente ligada à luta pela liberdade e à abolição da escravatura.

O Livro do Jazz – de Nova Orleans ao Século XXI
Joachim Ernst Berendt e Gunther Huesmann – Edições Sesc

Tal qual uma fonte enciclopédica, a obra permite ao leitor conhecer a abrangência dos aspectos relacionados ao gênero, elencando-os em torno dos estilos, músicos, elementos, instrumentos, vozes, big bands e bandas, seguidos por uma discografia atualizada quanto à relevância e à disponibilidade das gravações. Há que se ressaltar que não há uma hierarquia ou sequência predeterminada para a leitura do livro, podendo o leitor relacionar-se com o texto de acordo com seu interesse. Lançado originalmente em 1953, o livro se tornaria uma referência internacional sobre o tema, sendo traduzido em várias línguas.

Foto: Divulgação

Jazz através dos tempos 
João Francisco Franco Junqueira – Via Impressa

Ao resgatar as experiências pessoais do autor ao descobrir o gênero, ainda garoto, no início dos anos 1950, este livro mapeia a lendária trajetória dos músicos de New Orleans e Chicago, desde o milhão de cópias vendidos em 1917 pelo Original Dixieland Jazz Band, passando pelo Hot Five de Louis Armstrong e chegando às grandes orquestras de Glenn Miller, Benny Goodman e Duke Ellington. Também discorre sobre os principais instrumentos utilizados em sua execução em diversas fases. Est livro vem ainda com 3 cds com grandes clássicos do Jazz selecionados especialmente pelo autor, mostrando todas as fases e facetas deste fascinante ritmo.

Foto: Divulgação

Todo Aquele Jazz
Geoff Dyer – Companhia Das Letras

“Todo aquele jazz” é uma história de destruição. Chet Baker e seu rosto arruinado ainda jovem, Art Pepper e seus desvarios na cadeia, Lester Young viciado em qualquer droga a seu alcance, Thelonious Monk paralisado pela doença mental. O autor inglês Geoff Dyer rompe a distância educada típica do ensaísmo tradicional e, assumindo um tom intimista, caminha entre os músicos que formam o tema deste livro. Considerado um dos mais instigantes livros já escritos sobre o gênero, “Todo aquele jazz” é uma mescla de ensaio e ficção que, em um salto de imaginação, aproxima-se dos gênios que construíram a época de ouro da música que deu voz aos oprimidos e mudou a história dos Estados Unidos.

Foto: Divulgação

História Social do Jazz
Eric J. Hobsbawm – Paz E Terra

Hobsbawm analisa o jazz como criação revolucionária dos negros, uma raça submetida a certas circunstâncias históricas – a escravidão moderna. A música é vista neste contexto como elemento de resistência, o que contribui na sua difusão. Num quadro mais amplo: a industrialização e as transformações no padrão de consumo de pretos e brancos, a relação do jazz com a indústria de discos e espetáculos, a popularização e seus cultores.

Foto: Divulgação

A Love Supreme – a Criação do Álbum Clássico de John Coltrane
Ashley Kahn – Barracuda

Abordando diferentes aspectos que envolveram sua concepção e gravação, além das ideias de Coltrane, e costurando-os com preciosas entrevistas com a família Coltrane e com parceiros do saxofonista e dezenas de fotos e imagens, o livro é, ao mesmo tempo, um retrato apaixonado e revelador da gravação, uma biografia habilidosa e exata, um contextualizador cultural e uma análise musical. Entremeando seus seis capítulos, cinco seções curtas, ou interlúdios, ajudam a situar essa importante obra – o surgimento e a persistência do Impulse Records, o engenheiro de som Rudy Van Gelder e seu estúdio, o poema epônimo e sua única apresentação na íntegra.

Foto: Divulgação

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